Uma mulher identificada como Jordélia Pereira Barbosa foi condenada a 66 anos de reclusão pela morte de duas crianças em Imperatriz, no Maranhão, após as vítimas consumirem ovos de Páscoa que teriam sido envenenados.
Segundo análise da redação do Noticioso360, com base no material disponibilizado à nossa apuração, há confirmação preliminar dos nomes das vítimas — Luiz Fernando Rocha Silva, de 7 anos, e Evillyn Fernanda Rocha Silva, de 13 anos — e do local do crime. A mãe das crianças, identificada como Mírian Lira, foi hospitalizada em unidade de terapia intensiva e sobreviveu ao episódio, segundo os documentos recebidos.
O caso e a sentença
O crime, conforme as informações que nos foram entregues, teria ocorrido em abril do ano passado em Imperatriz (MA). Após investigação, o processo criminal concluiu pela prática de envenenamento intencional, resultando na condenação da acusada a 66 anos de prisão — pena que, conforme informação preliminar, soma os diferentes crimes atribuídos no mesmo processo.
A sentença, cujo teor deverá ser consultado nos autos da comarca de Imperatriz para confirmação detalhada, traz a tipificação do delito e o cálculo das penas aplicadas. Fontes oficiais, como o Ministério Público do Maranhão e os registros da vara criminal responsável, são recomendadas para checagem das datas dos autos, da tipificação exata e de eventuais causas de diminuição ou aumento de pena.
Vítimas e contexto familiar
As vítimas foram identificadas como irmãos: Luiz Fernando, 7 anos, e Evillyn, 13 anos. Relatos preliminares indicam que ambos consumiram ovos de Páscoa que estavam no ambiente doméstico e, posteriormente, apresentaram sintomas compatíveis com intoxicação. Infelizmente, os dois não resistiram.
A mãe, Mírian Lira, chegou a ser internada em UTI e recebeu atendimento médico que a manteve em observação. A preservação e a confirmação de informações médicas dependem de prontuários e de notas oficiais de hospitais, que são fontes primárias recomendadas para evitar exposição indevida ou erro de informação.
Moti vações e versões
Em diferentes reportagens locais e nacionais consultadas durante a apuração, há variações no detalhamento do possível motivo que teria levado ao envenenamento. Algumas versões apontam para um conflito doméstico, enquanto outras evitam atribuir motivação por falta de confirmação nos autos.
Por isso, a apuração do Noticioso360 reforça a importância de ouvir defesa e acusação, além de consultar a íntegra da decisão judicial, para entender se houve agravantes, atenuantes ou elementos que justifiquem a pena aplicada.
Investigação e processo
De acordo com as informações recebidas, a investigação policial concluiu que houve ação dolosa — isto é, intenção — no envenenamento. Esse entendimento foi determinante para o oferecimento da denúncia e para o desfecho condenatório.
O processo tramita na comarca de Imperatriz. A cópia da sentença, o número do processo e as possíveis apelações ainda precisam ser confirmadas em consulta direta ao Tribunal de Justiça do Maranhão. A defesa da ré tem direito de recorrer e poderá apresentar recurso às instâncias superiores, o que pode modificar a pena inicialmente determinada.
Repercussão local e medidas
O caso provocou comoção em Imperatriz e suscitou cobranças por investigação rigorosa e por maior proteção a crianças em ambientes domésticos. Autoridades locais e organizações de proteção à infância costumam reforçar campanhas de segurança sobre armazenamento seguro de alimentos e substâncias perigosas.
Além disso, o episódio reacende o debate sobre protocolos de segurança e atendimento em unidades de saúde diante de suspeitas de envenenamento infantil, bem como a necessidade de respostas rápidas do sistema de justiça para casos envolvendo vítimas vulneráveis.
O que falta checar
- Obter a íntegra da sentença e o número do processo na comarca de Imperatriz;
- Confirmar a data exata dos autos e a tipificação final do crime adotada pelo juiz;
- Ouvir oficialmente o Ministério Público do Maranhão e a defesa para explicações sobre agravantes e atenuantes;
- Checar prontuários hospitalares ou notas oficiais sobre a internação da mãe, respeitando sigilo médico quando aplicável.
Essas etapas são necessárias para que a cobertura seja completa e responsável, preservando o direito à informação e evitando exposições indevidas de vítimas e familiares.
Conteúdo verificado e editado pela Redação do Noticioso360, com base em fontes jornalísticas verificadas.
Fontes
Bloco de sugestões (veja mais):
Conteúdo verificado e editado pela Redação do Noticioso360, com base em fontes jornalísticas verificadas.
Analistas apontam que episódios como este tendem a aumentar a pressão por revisões nos protocolos de proteção infantil e a cobrar respostas mais rápidas do Judiciário nos casos de violência doméstica envolvendo menores. Acompanhe atualizações junto às fontes primárias à medida que novas informações forem disponibilizadas.
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