Seis homens, entre 14 e 60 anos, morreram afogados em praias de Itanhaém, Praia Grande e Guarujá.

Seis morrem afogadas no litoral de SP em 24 horas

Seis homens morreram afogados em praias do litoral de SP em menos de 24 horas; prefeituras e bombeiros confirmam ocorrências.

Seis pessoas morreram por afogamento em praias do litoral de São Paulo em menos de 24 horas, segundo relatos da imprensa local e comunicados oficiais. As ocorrências foram registradas em trechos de Itanhaém, Praia Grande e Guarujá, com vítimas entre 14 e 60 anos.

Segundo levantamento da redação do Noticioso360, que cruzou informações de reportagens locais e comunicados das equipes de salvamento, as mortes ocorreram ao longo de um único dia e as equipes de guarda-vidas e do Corpo de Bombeiros foram acionadas em todos os casos.

Onde e como aconteceram as mortes

As ocorrências se concentraram em pontos distintos da costa sul e da Baixada Santista. Em Itanhaém, registros apontam para um afogamento no início da tarde; em Praia Grande houve duas intervenções de equipes, com remoções e tentativas de reanimação; e no Guarujá as notificações incluíram ao menos três vítimas em diferentes trechos de praia.

Em todos os casos, as equipes de emergência declararam que as vítimas não resistiram às tentativas de reanimação. As idades divulgadas variaram entre 14 e 60 anos, e em alguns episódios a identificação completa foi confirmada somente após contato com familiares e órgãos policiais.

Condições do mar e fatores de risco

Relatos de salva-vidas e de populares apontaram para presença de correntezas e pontos com ondas fortes em trechos específicos, condições que aumentam o risco de afogamento mesmo em dias de sol. Técnicos consultados por reportagens locais apontaram ainda a influência de ressacas e correntes de retorno — fenômenos que atraem banhistas para áreas perigosas perto de bancos de areia e espeços com fundo irregular.

Além disso, houve relatos de banhistas entrando no mar fora da área protegida por bóias e longe de postos de guarda-vidas. Autoridades e equipes de salvamento lembraram que a sinalização e a presença de profissionais são medidas que reduzem o risco, mas não eliminam perigos quando as condições do mar são adversas.

Atuação das equipes e procedimentos

Prefeituras locais e o Corpo de Bombeiros confirmaram a atuação das equipes de resgate e a remoção das vítimas às praias ou ao atendimento médico. Em comunicados, as administrações municipais disseram que prestaram apoio às famílias e abriram procedimentos internos para reforçar a sinalização em trechos considerados vulneráveis.

O socorro, segundo as fontes, incluiu o uso de lanchas, pranchas e suporte avançado de vida quando possível. Em alguns casos, a chegada ao local demandou deslocamento por terra e mar, o que pode influenciar o tempo de resposta em áreas com maior fluxo de banhistas.

Informação pública e confirmação de dados

A cobertura midiática apresenta convergência sobre o número total de vítimas, mas houve diferenças pontuais em idades e horários das ocorrências nas primeiras horas de apuração. Segundo as autoridades, essas variações refletem o fluxo intenso de informações no momento do atendimento e a posterior consolidação dos dados por parte das equipes e da perícia.

De acordo com a apuração do Noticioso360, os números considerados neste texto foram confirmados por pelo menos duas fontes independentes para reduzir inconsistências e priorizar as informações oficiais divulgadas até o momento.

Orientações e medidas preventivas

Em resposta aos episódios, prefeituras e o Corpo de Bombeiros destacaram medidas de prevenção: observar as bandeiras de sinalização, evitar banho em trechos sem guarda-vidas, não nadar após ingestão de álcool e ficar atento a correntes profundas e mudanças no mar.

Especialistas em salvamento consultados por reportagens reforçaram a importância de atenção a crianças e adolescentes, uso de coletes em esportes aquáticos e de nunca subestimar o poder das correntes de retorno — especialmente em locais com pouca estrutura de vigilância.

Responsabilidades e investigações

As investigações sobre as circunstâncias de cada afogamento seguem sob responsabilidade das autoridades locais, que poderão determinar fatores como presença de guarda-vidas no momento, ingestão de bebidas alcoólicas, ou falhas na sinalização. Delegacias e institutos de perícia serão responsáveis por registros e laudos quando necessário.

Até o momento não há indicação pública de que os casos estejam relacionados entre si além da coincidência temporal e da semelhança na causa (afogamento). Cada ocorrência tramita separadamente, com apurações locais e comunicação às famílias.

Impacto local e resposta comunitária

Em municípios com maior fluxo de banhistas, as administrações afirmam manter postos de guarda-vidas ativos, mas apontam que pontos afastados desses postos continuam vulneráveis. Famílias receberam apoio das prefeituras e, em alguns casos, houve registro formal dos óbitos nas delegacias locais para fins administrativos e de investigação.

A morte de jovens e adultos em praias gera repercussão imediata entre moradores e turistas, que passam a cobrar reforço na sinalização e ampliação das campanhas de prevenção. Representantes das comunidades locais pedem também campanhas educativas voltadas a visitantes de fim de semana.

Conteúdo verificado e editado pela Redação do Noticioso360, com base em fontes jornalísticas verificadas.

Analistas consultados indicam que episódios concentrados em curto intervalo podem impulsionar medidas administrativas, como revisão de pontos de vigilância e aumento das ações preventivas durante finais de semana e feriados. A expectativa é que novas ações e comunicados sejam anunciados pelas prefeituras nos próximos dias.

Fontes

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