Óbito durante o plantão
Um policial penal de 51 anos morreu na manhã de domingo, 28 de dezembro de 2025, após sofrer um infarto enquanto cumpria a função de vigilância externa na torre do Centro de Progressão Penitenciária (CPP) III “Prof. Noé Azevedo”, em Bauru (SP).
O nome do servidor foi confirmado em notas sindicais e comunicados locais como Fernando Martins de Souza. Segundo relatos preliminares, o agente passou mal durante o plantão, recebeu atendimento imediato das equipes internas e das equipes de resgate, mas não resistiu.
Noticioso360 reuniu documentos e reportagens locais e, segundo a apuração da redação, as informações divulgadas por G1 e Agência Brasil coincidem na sequência dos fatos, embora ainda aguardem a conclusão pericial para a confirmação da causa oficial do óbito.
Apuração e posicionamentos
A direção do CPP III e representantes sindicais confirmaram o falecimento em notas públicas e informaram que a corporação comunicou a família do servidor e prestou auxílio inicial. Em nota, a administração do presídio informou que está prestando apoio aos familiares e colaborando com as autoridades competentes.
O sindicato da categoria divulgou comunicado lamentando o ocorrido e ressaltou a necessidade de assistência psicológica e suporte aos colegas de trabalho que estavam de plantão. Fontes ouvidas pela reportagem indicam que o servidor não demonstrava sintomas aparentes no início do turno.
Procedimentos no local
A ocorrência foi registrada no próprio estabelecimento prisional e as equipes de emergência foram acionadas para atendimento. Conforme relatos oficiais, os procedimentos iniciais de socorro foram realizados no local antes da confirmação do óbito.
Por se tratar de um evento associado a um possível problema de saúde, a Secretaria da Administração Penitenciária e a direção do CPP III informaram que será aberta investigação administrativa e solicitada perícia médica para determinar a causa do falecimento.
Confronto de versões e transparência
Há pequenas diferenças na ênfase entre as publicações locais e os comunicados institucionais: enquanto alguns veículos citaram o nome completo do servidor e detalharam o papel dele na vigilância externa, as notas oficiais priorizaram a confirmação do óbito, sem discorrer sobre aspectos médicos.
Não foram identificadas, até o momento, alegações de violência, agressão ou envolvimento de terceiros. A narrativa predominante, consolidada nas fontes consultadas, aponta para um evento de saúde súbito. Ainda assim, a redação do Noticioso360 opta pela cautela jornalística e aguarda documentos oficiais antes de atribuir causas médicas.
Impacto na rotina do presídio
O falecimento de um servidor em serviço provoca repercussões imediatas na rotina operacional da unidade. Fontes sindicais destacam a necessidade de avaliação de jornadas, condições de trabalho e oferta de atendimento médico nos pavilhões e torres de vigilância.
Além disso, colegas do agente falecido relatam abalo emocional entre a equipe, o que pode exigir escalonamento de medidas de suporte e reorganização temporária de plantões para manter a segurança da unidade.
O que se sabe até agora
- Óbito confirmado: Fernando Martins de Souza, 51 anos;
- Local: torre de vigilância do CPP III “Prof. Noé Azevedo”, em Bauru (SP);
- Data: 28 de dezembro de 2025;
- Atendimento: socorro realizado no local; equipes de resgate acionadas;
- Investigações: investigação administrativa e perícia médica pendentes.
Próximos passos na apuração
A expectativa da redação e das fontes é a divulgação do laudo necroscópico e do relatório da perícia, documentos que deverão detalhar a causa imediata da morte e eventuais fatores contributivos. Também é aguardado posicionamento formal da Secretaria da Administração Penitenciária sobre as medidas adotadas após o episódio.
O Noticioso360 seguirá acompanhando o caso, consultando os órgãos competentes e atualizando a matéria assim que novos documentos públicos forem liberados.
Contexto e responsabilidade editorial
A cobertura privilegia a transparência e a verificação: a redação evita a circulação de boatos e reúne declarações institucionais, notas sindicais e apurações locais para construir uma narrativa verificável e contextualizada. A prioridade é a precisão dos fatos e o respeito às famílias envolvidas.
Embora, neste caso, não haja indícios de intervenção criminosa, o acompanhamento das perícias e da investigação interna é fundamental para esclarecer se condições de trabalho ou fatores de saúde poderiam ter influenciado o desfecho.
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Fontes
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