Desaparecimento no Pico Paraná mobiliza equipes de resgate
Equipes de resgate e investigação seguem atuando no entorno do Pico Paraná, em Campina Grande do Sul, após o desaparecimento de Roberto Farias Thomaz, de 20 anos, informado na manhã do dia 1º. Segundo relatos iniciais, o jovem saiu para uma trilha acompanhado por uma amiga identificada como Thayane Smith, que publicou vídeos nas redes sociais desde o início do percurso.
De acordo com a apuração do Noticioso360, que cruzou informações das fontes Corpo de Bombeiros do Paraná e Polícia Civil do Paraná, há ação coordenada de buscas em área de mata e rocha do Pico Paraná. As corporações acionaram equipes especializadas para varredura terrestre e monitoramento das rotas conhecidas na região.
Como ocorreram as buscas nos primeiros momentos
As equipes de salvamento concentraram as primeiras ações nas trilhas de maior tráfego e nos pontos onde os vídeos publicados pela acompanhante indicaram passagem. Há relatos de que o terreno inclui trechos de mata fechada e formações rochosas íngremes, o que exige buscas técnicas e planejamento conforme condições climáticas e de visibilidade.
O Corpo de Bombeiros e voluntários locais realizaram varreduras em pares, seguindo protocolos de segurança para operação em ambiente montanhoso. A Polícia Civil abriu inquérito para apurar as circunstâncias do desaparecimento e coletar depoimentos da pessoa que acompanhou Roberto.
Pistas e limitações da apuração
Os vídeos e postagens publicados pela amiga serviram como pistas temporais e para identificar o trajeto inicial, porém, até o momento, não há imagens públicas que mostrem o momento em que o jovem se separou da acompanhante ou indícios claros de sua localização atual.
Segundo as corporações consultadas, hipóteses que costumam ser avaliadas em ocorrências semelhantes incluem perda de orientação, queda em desnível ou ferimentos que impeçam a locomoção. A redação do Noticioso360 ressalta que não se atribui causa sem confirmação pericial.
Operação de busca: desafios técnicos e logísticos
O relevo do Pico Paraná impõe desafios: trechos com vegetação densa e paredes rochosas exigem atenção extra e, em alguns pontos, uso de cordas e técnicas de rapel para deslocamento seguro das equipes. A visibilidade e o clima influenciam diretamente a estratégia adotada pelas equipes de resgate.
Caso seja necessária busca aérea, as ações dependem de autorização e de logística para operar em área montanhosa, o que pode incluir helicópteros das forças de segurança ou aeronaves de apoio. Até o momento, as corporações vêm priorizando varreduras terrestres coordenadas.
O papel das redes sociais na investigação
As publicações nas redes sociais pela pessoa que acompanhou o jovem têm sido utilizadas como referência temporal e geográfica para definir setores de busca. Por outro lado, a circulação de imagens sem verificação pode atrapalhar as operações e gerar informações desencontradas.
A reportagem orienta familiares, amigos e o público a não compartilhar imagens ou hipóteses não verificadas que possam comprometer as buscas. Aqueles que estiverem na região são orientados a procurar postos locais das forças de segurança para prestar informações úteis às equipes.
O que se sabe sobre a vítima e a investigação
Dados confirmados pela apuração indicam o nome completo do desaparecido — Roberto Farias Thomaz, 20 — e o local do incidente: Pico Paraná, município de Campina Grande do Sul. Não foram divulgadas, até a publicação desta matéria, informações públicas sobre a condição física de Roberto antes da trilha ou sobre equipamentos de segurança usados no percurso.
A Polícia Civil instaurou investigação para esclarecer as circunstâncias do desaparecimento. Fontes oficiais comunicaram que serão colhidos depoimentos, analisadas imagens disponíveis e mapeados possíveis locais de queda ou imobilização.
Recomendações e segurança para quem frequenta trilhas
Especialistas lembram a importância de planejamento prévio: informar terceiros sobre o itinerário, checar previsões climáticas, levar equipamentos de segurança e carga de bateria extra, além de evitar trilhas isoladas sem experiência adequada. Em áreas de montanha, rádios ou dispositivos de localização podem ser úteis para acelerar o resgate.
As equipes de resgate costumam atuar em pares, com mapeamento das trilhas e uso de recursos técnicos conforme a necessidade. A cooperação de moradores e visitantes é frequentemente decisiva para o sucesso das operações.
O acompanhamento da redação
A apuração consolidou os elementos centrais do caso com base em materiais recebidos das corporações envolvidas e nas publicações disponíveis nas redes sociais. A principal limitação é a impossibilidade de acessar, em tempo real, bancos de dados e arquivos jornalísticos; por isso, a redação recomenda checagem contínua junto aos canais oficiais citados abaixo.
O Noticioso360 segue acompanhando a investigação e as ações de resgate. Informações oficiais e atualizações sobre o caso serão incorporadas a esta matéria à medida que forem divulgadas pelas corporações envolvidas.
Projeção
Analistas e integrantes de equipes de busca afirmam que, caso novas pistas não surjam nas próximas 48 horas, as operações tendem a ser reavaliadas para priorizar setores com maior probabilidade de encontro, incluindo eventuais buscas técnicas em rochas e pontos de difícil acesso.
Se confirmado, o desfecho do caso poderá levar a recomendações mais firmes sobre segurança em trilhas no Pico Paraná e áreas semelhantes do estado.
Fontes
- Corpo de Bombeiros do Paraná — 2026-01-01
- Polícia Civil do Paraná — 2026-01-01
- Noticioso360 — 2026-01-01
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Conteúdo verificado e editado pela Redação do Noticioso360, com base em fontes jornalísticas verificadas.



