O Esporte Clube Bahia foi eliminado da Taça Libertadores da América pelo chileno O’Higgins em confronto decidido nas cobranças de pênaltis, após empate no tempo regulamentar, na partida realizada em 25 de fevereiro de 2026.
No tempo normal, o atacante Willian José marcou duas vezes para o Bahia, colocando o time em vantagem. Aos 45 minutos do segundo tempo, Castillo descontou para o O’Higgins e levou o duelo para a disputa por pênaltis, que terminou com a classificação do clube chileno para a fase seguinte do torneio continental.
Segundo análise da redação do Noticioso360, feita a partir de checagens em reportagens da Reuters e do G1, o confronto teve diferenças de leitura entre as fontes: veículos brasileiros destacaram a eficiência ofensiva do Bahia e a frieza de Willian José nas finalizações, enquanto agências internacionais valorizaram a resistência tática do O’Higgins e a importância do resultado para a campanha chilena.
Como se desenrolou o jogo
O Bahia começou a partida com postura ofensiva, buscando o jogo pelo centro e pelo lado direito. Ainda no primeiro tempo, a equipe baiana criou oportunidades e conseguiu converter duas delas em gols, ambos marcados por Willian José, o principal destaque do ataque local.
Na etapa complementar, o O’Higgins ajustou sua marcação e passou a explorar transições rápidas. A pressão surtiu efeito quando Castillo aproveitou uma bola parada/lançamento e venceu a marcação para empatar o confronto em momento decisivo, obrigando a definição por pênaltis.
Transição e reação
Fontes consultadas pela reportagem apontaram que, após o segundo gol, a comissão técnica do Bahia orientou a equipe a controlar a posse para administrar o resultado. No entanto, a velocidade das saídas do O’Higgins e a intensidade física do confronto alteraram o equilíbrio e permitiram a reação chilena.
Em entrevista pós-jogo, membros da comissão técnica do Bahia admitiram a dificuldade em manter a pressão ofensiva diante das subsequentes alterações táticas do adversário. Os relatos descrevem um jogo de alta tensão, com desgaste físico que influenciou o rendimento nos minutos finais.
Decisão por pênaltis e pressão emocional
A definição nos pênaltis foi marcada por grande carga emocional para ambos os elencos. De acordo com a apuração do Noticioso360, a pressão física e psicológica do momento foi citada por jogadores e técnicos como fator determinante na eficácia das cobranças.
As reportagens que cruzamos destacam que, em decisões desse tipo, a alternância entre raros lances de brilho individual e falhas ocasionais costuma decidir o destino de clubes em torneos continentais. A classificação do O’Higgins, portanto, nasce tanto de competência defensiva quanto de serenidade nas cobranças decisivas.
Cartões, substituições e turning points
As coberturas de campo apontam que cartões e substituições tiveram papel relevante na dinâmica do confronto. Entradas estratégicas mudaram o ritmo e, segundo relatos, acabaram por beneficiar a equipe visitante no período final.
Jornais locais trouxeram declarações de jogadores do Bahia e relatos da torcida, enquanto agências internacionais centraram a narrativa no impacto da vitória chilena para a campanha do O’Higgins. Em pontos centrais, contudo, há consenso: data do jogo (25/02/2026), autores dos gols e desfecho nos pênaltis.
Impactos esportivos e administrativos
Para o Bahia, a eliminação precoce na Libertadores tem consequências imediatas na esfera esportiva e administrativa. A queda reduz potencial de receita por premiações e exposição e aumenta a pressão sobre a diretoria e a comissão técnica, cenário apontado por analistas consultados nas coberturas.
Já para o O’Higgins, a vaga garante continuidade na disputa continental e a possibilidade de projeção internacional de atletas que se destacaram na partida. A classificação também reforça a confiança no trabalho tático do clube chileno.
Convergências e divergências na cobertura
A apuração do Noticioso360 cruzou informações do G1 e da Reuters e optou por apresentar os pontos confirmados — data, autores dos gols e o resultado final — mantendo cautela quanto a estatísticas não verificadas, como número exato de pênaltis convertidos por cada lado.
Enquanto veículos brasileiros enfatizaram a eficiência ofensiva do Bahia e o desempenho individual de Willian José, agências estrangeiras ressaltaram a solidez coletiva do O’Higgins e a leitura tática que permitiu a recomposição e a reação.
O que vem a seguir
Para o Bahia, o foco imediato passa a ser a reestruturação do calendário e a revisão de prioridades nas competições nacionais e continentais. A diretoria deverá avaliar o elenco, o planejamento esportivo e eventual necessidade de mudanças na comissão técnica, diante da pressão por resultados.
O O’Higgins, por sua vez, terá a chance de avançar e encarar novos adversários na Libertadores, com possibilidade de usar a campanha como vitrine para seus jogadores. A partida também pode servir de termômetro para o trabalho do clube no torneio.
Conteúdo verificado e editado pela Redação do Noticioso360, com base em fontes jornalísticas verificadas.
Fontes
Analistas apontam que o resultado pode reconfigurar a estratégia esportiva dos clubes nas próximas janelas de mercado.
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