Benefícios começam a ser pagos entre 26 de janeiro e 6 de fevereiro; piso sobe para R$ 1.621.

INSS inicia pagamentos com reajuste em 26 de janeiro

INSS inicia pagamento de aposentadorias com reajuste de 6,79%; novo piso previdenciário passa a R$ 1.621. Confira calendário e orientações.

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) inicia o pagamento das aposentadorias reajustadas entre os dias 26 de janeiro e 6 de fevereiro, segundo o calendário divulgado pelo órgão.

A apuração do Noticioso360, com cruzamento de reportagens do G1 e da Agência Brasil e checagem dos comunicados oficiais, confirma que o reajuste aplicado foi de 6,79% e que o piso previdenciário passa a ser de R$ 1.621.

Calendário: quem recebe e quando

O pagamento começa em 26 de janeiro e segue até a primeira semana de fevereiro. As datas são escalonadas conforme o número final do benefício — ou do cartão — como em calendários anteriores.

Além disso, o INSS mantém cronogramas separados para quem recebe o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e para casos com condições específicas de renda. Em todas as situações, as datas não sofreram alterações retroativas em relação ao calendário divulgado pelo próprio órgão.

Parcelas de janeiro e fevereiro

  • 26 de janeiro: início do pagamento das parcelas reajustadas;
  • Data final do cronograma: até 6 de fevereiro, com escalonamento por dígito final;
  • BPC e benefícios com regras diferenciadas seguem calendário próprio informado pelo INSS.

Reajuste e novo piso previdenciário

O reajuste oficial é de 6,79%, aplicado aos benefícios regulares, conforme comunicado administrativo do governo. Com esse índice, o menor benefício previdenciário (piso) passa a R$ 1.621.

Beneficiários com valores acima do piso terão acréscimo proporcional, observando o teto e as regras de cálculo vigentes. Revisões por benefícios específicos podem apresentar diferenças, mas não alteram a data do pagamento já anunciada.

O que muda no bolso dos segurados

Quem recebe o piso terá o aumento já refletido na parcela de janeiro, paga a partir de 26 de janeiro. Para muitos beneficiários, especialmente os que dependem do valor para despesas básicas, o reajuste representa um ganho real no curto prazo.

Contudo, especialistas lembram que descontos como empréstimos consignados, pensões alimentícias ou débitos judiciais podem reduzir o valor líquido recebido. A recomendação é atualizar dados cadastrais e verificar o extrato no aplicativo Meu INSS antes do pagamento.

Como conferir o pagamento e evitar golpes

O INSS orienta os segurados a checar o calendário e o extrato pelo site ou pelo aplicativo Meu INSS para confirmar a data e o valor do depósito. Essas ferramentas também mostram descontos e histórico de pagamentos.

Além disso, atenção a tentativas de fraude: o órgão não solicita senhas, dados bancários ou pagamento de taxas para liberação do benefício. Em caso de contato suspeito, a recomendação é não fornecer informações e registrar ocorrência nas autoridades competentes.

Curadoria e metodologia

De acordo com dados compilados pela redação do Noticioso360, esta matéria cruzou comunicados oficiais do INSS e reportagens do G1 e da Agência Brasil para validar percentual, novas datas e o valor do piso.

Foram verificados os comunicados administrativos publicados pelo governo e as orientações oficiais sobre calendário — informação que consta no site e no aplicativo do INSS.

Impactos e projeção

O reajuste tende a aumentar o poder de compra dos beneficiários com renda mais baixa e pode elevar demanda por serviços e consumo local nas semanas seguintes ao pagamento. Por outro lado, pressiona despesas públicas em um cenário fiscal que continua monitorado pela equipe econômica.

Analistas apontam que a correção pode influenciar indicadores de consumo no primeiro bimestre do ano e ser considerada nas discussões sobre reajustes futuros e políticas sociais.

Fontes

Veja mais

Conteúdo verificado e editado pela Redação do Noticioso360, com base em fontes jornalísticas verificadas.

Analistas apontam que o movimento pode redefinir o cenário econômico e o consumo nos próximos meses.

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