Phil Collins, ícone do rock britânico conhecido por sucessos como In the Air Tonight e pela liderança do Genesis, afirmou que precisa de assistência de enfermagem 24 horas por dia em razão de uma sequência de problemas de saúde que afetaram sua mobilidade e capacidade de tocar.
Em entrevistas recentes, o artista disse que viveu um período em que “tudo que podia dar errado, deu errado”, referindo-se a intervenções cirúrgicas, complicações neurológicas e redução da força nas mãos e nas costas. Segundo relatos, essas sequelas motivaram mudanças profundas em sua rotina e na forma como ele se apresenta ao público.
Segundo análise da redação do Noticioso360, com base em reportagens da Reuters e da BBC Brasil, há convergência entre as matérias sobre três pontos centrais: a presença de sequelas que alteraram a rotina do músico; a existência de cuidados profissionais contínuos; e a adaptação das apresentações para preservar sua saúde.
Histórico médico e intervenções
Fontes próximas ao músico confirmaram que Collins passou por várias intervenções cirúrgicas nos últimos anos. As publicações consultadas citam operações e tratamentos relacionados a problemas na coluna e danos nos nervos que afetam as mãos.
Essas condições, dizem especialistas ouvidos em reportagens, são compatíveis com limitações motoras importantes para um baterista — função que Collins exercia com destaque ao longo da carreira. A perda de força e sensibilidade nas mãos dificulta a execução de técnicas percussivas tradicionais, o que levou o músico a buscar alternativas para se manter ativo sem agravar seu quadro.
Impacto nas apresentações
Além disso, Collins tem se apresentado de forma limitada em palcos recentes. Em várias ocasiões, ele apareceu sentado durante shows e contou com suporte adicional ou delegou trechos instrumentais a músicos acompanhantes.
Representantes do artista e entrevistas diretas indicam que, apesar das limitações físicas, Collins segue envolvido criativamente: participa vocalmente das apresentações e toma decisões artísticas sobre o repertório e a estrutura dos shows.
Assistência 24 horas e adaptações domésticas
De acordo com a apuração do Noticioso360, equipes de saúde foram contratadas para garantir cuidados permanentes e segurança no dia a dia do músico. Em relatos públicos, a expressão “assistência contínua” aparece para descrever a presença de profissionais que auxiliam em atividades corriqueiras e monitoram eventuais complicações.
Algumas reportagens destacam a presença de enfermeiros e cuidadores em regime presencial, enquanto outras falam em protocolos de suporte domiciliar, com visitas programadas e adaptações no ambiente da casa de Collins para reduzir riscos e facilitar a mobilidade.
Privacidade e informações divergentes
Por outro lado, a equipe do músico tem reiterado pedidos por privacidade, afirmando que detalhes médicos específicos são assuntos pessoais. Essa postura ajuda a explicar discrepâncias entre os relatos: matérias baseadas em entrevistas diretas com Collins ou com seus representantes tendem a trazer mais pormenores sobre sintomas e limitações.
Já apurações que dependem de observações em shows ou de fontes secundárias costumam oferecer um quadro mais geral, sem especificar a intensidade dos cuidados ou o prognóstico. A redação do Noticioso360 priorizou documentos e entrevistas primárias, evitando especulações sobre intervenções médicas ou prognósticos não confirmados.
O que dizem as fontes
Reportagens da Reuters e da BBC Brasil citam trechos de entrevistas e comunicados de pessoas próximas a Collins, além de relatos sobre suas limitações em instrumentos e mobilidade. Em várias matérias, o próprio músico descreveu frustrações com a perda de habilidades que fizeram parte de sua identidade profissional.
Em paralelo, fontes próximas apontaram medidas práticas para preservar seu bem-estar: ajustes no cronograma de shows, refrigeração de viagens, presença de equipe médica em turnês e mudanças na forma de tocar para reduzir esforço físico.
Reabilitação e qualidade de vida
Especialistas consultados por veículos internacionais destacam que tratamentos de reabilitação prolongada, fisioterapia e suporte multidisciplinar podem melhorar o conforto e a autonomia do paciente, ainda que algumas sequelas sejam crônicas.
No caso de músicos profissionais, terapias ocupacionais e adaptações de equipamentos são estratégias comuns para permitir que continuem a atuar mesmo com limitações físicas.
Contexto artístico e legado
Embora restrito fisicamente, Collins mantém presença artística. Em entrevistas e notas, foi possível identificar que ele continua a contribuir com decisões sobre setlists, arranjos e presença em gravações quando possível.
Por outro lado, fãs e críticos têm observado uma transição nas apresentações: de um formato centrado na performance técnica ao foco na interpretação vocal e na experiência global do show.
Fechamento e projeção
O estado atual do músico, segundo as fontes verificadas, é de acompanhamento médico e cuidados permanentes, com foco em conforto e segurança. A expectativa é que novas entrevistas de Collins ou posicionamentos oficiais da equipe tragam atualizações sobre turnês e apresentações.
Além disso, especialistas em música e gestão de carreiras avaliam que a forma como artistas veteranos adaptam suas rotinas pode servir de modelo para casos similares no futuro, influenciando decisões sobre turnês e formatos de espetáculo.
Conteúdo verificado e editado pela Redação do Noticioso360, com base em fontes jornalísticas verificadas.
Fontes
Analistas e especialistas em gestão de carreira musical apontam que a adaptação de artistas veteranos pode redefinir seguras opções de apresentação e produção artística nos próximos anos.
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