Musa de clipe dos Mamonas diz ter mantido flerte telefônico
A intérprete que aparece no videoclipe de “Pelados em Santos” dos Mamonas Assassinas relatou, em material fornecido ao portal, um flerte por telefone com o baixista da banda que teria durado cerca de um ano. A declaração descreve o vínculo como uma “paixão platônica” e traz à tona memórias de uma época que já faz décadas.
Segundo análise da redação do Noticioso360, o relato está presente no material recebido pela nossa equipe, mas ainda carece de confirmação direta com entrevistas originais e arquivos jornalísticos. Ainda não foi possível localizar, no acervo público consultado até agora, a entrevista completa ou a data exata em que as declarações foram originalmente gravadas ou publicadas.
O que foi dito e o que falta apurar
Em mensagem transcrita do material entregue ao Noticioso360, Nereide Nogueira descreve um vínculo afetivo mantido por telefone com o baixista da banda, que ela qualifica como “paixão platônica”. Não há, no material disponibilizado, evidências documentais que confirmem datas precisas, intercâmbio de mensagens escritas ou gravações do diálogo.
Para atribuir peso jornalístico à narrativa, nossa apuração seguirá um roteiro prático: 1) localizar a entrevista original (áudio, vídeo ou texto) para transcrição fiel; 2) buscar pelo menos duas reportagens independentes que confirmem a participação de Nereide no clipe; 3) ouvir pessoas envolvidas na produção ou representantes dos herdeiros da banda; e 4) consultar arquivos de imprensa da época e acervos de TV.
Implicações históricas e contexto
É necessário contextualizar a declaração no quadro maior da trajetória dos Mamonas Assassinas. A banda ganhou enorme notoriedade no início da década de 1990 e teve sua carreira interrompida pela tragédia aérea em 2 de março de 1996, quando o avião com os integrantes caiu na Serra da Cantareira, em São Paulo. Esse fato é um marco documental e deve ser citado com precisão sempre que surgem lembranças ou relatos pessoais relacionados ao grupo.
Memórias pessoais de eventos ocorridos há décadas costumam variar: recordações podem ser seletivas ou moldadas por narrativas posteriores. Por isso, a reportagem diferencia claramente o que consta no material fornecido de aquilo que já foi verificado de forma independente pela equipe.
Fontes e versões
No material que nos foi entregue, a versão de Nereide é apresentada como relato pessoal. Ainda não identificamos, entre arquivos jornalísticos acessíveis ao público, declarações públicas de outros integrantes da banda que confirmem ou refutem o episódio do flerte telefônico. Também falta documentação da produção do videoclipe que liste nominalmente todos os figurantes ou creditasse oficialmente a participação da intérprete.
Além de procurar registros de imprensa, a investigação inclui contato com produtores do clipe, técnicos de gravação e representantes dos eventuais herdeiros ou espólios dos músicos. Estas fontes podem oferecer datas, imagens de bastidores ou memórias que corroborem a presença de Nereide nas filmagens e o eventual contato telefônico com o baixista.
Por que a verificação importa
Reportagens que tratam de relatos pessoais precisam equilibrar respeito à memória individual com a exigência de comprovação documental. Afirmações sobre relacionamentos afetivos envolvendo figuras públicas não se anulam por serem íntimas — mas para a produção jornalística elas exigem confirmação, contexto e transparência sobre o que está verificado e o que permanece sob investigação.
O Noticioso360 opta por apresentar o relato como síntese inicial, deixando claro que a apuração segue em andamento. Publicaremos, quando obtidas, transcrições dos depoimentos originais, links para entrevistas em vídeo ou texto e documentos que sustentem as alegações ou mostrem divergências entre versões.
Metodologia adotada pela redação
Na prática, nossa equipe já iniciou buscas em arquivos digitais de jornais e telejornais dos anos 1990, além de consultar bancos de imagens e registros de produtoras que atuaram em videoclipes brasileiros daquela época. Solicitamos também permissão para contatar veículos que publicaram perfis sobre a banda nos anos seguintes ao acidente.
Quando possível, serão ouvidas pelo menos duas testemunhas independentes para cada ponto factual relevante — por exemplo, a presença de Nereide nas filmagens e a existência de trocas telefônicas com o baixista. A depender do material encontrado, a matéria final trará trechos transcritos e links para os arquivos consultados.
Direitos, sensibilidade e memória
Ao apurar questões que tocam memória e intimidade, a redação prioriza o respeito às pessoas mencionadas e aos herdeiros dos músicos. O acidente de 1996 resultou em perdas irreparáveis e ainda gera repercussão pública e emocionais entre fãs e familiares.
Por isso, qualquer material sensível será tratado segundo boas práticas jornalísticas: confirmação por múltiplas fontes, oferta de direito de resposta e contextualização histórica. Caso familiares ou representantes desejem se manifestar, suas declarações serão incorporadas ao texto final com destaque e fidelidade.
Próximos passos e projeção
A investigação continuará enquanto a redação busca arquivos e entrevistas que confirmem ou complementem o relato. Espera-se, nas próximas semanas, localizar a entrevista original citada no material e, a partir daí, produzir uma versão finalizada e documentada da história.
Analistas de memória cultural apontam que relatos como este podem reacender interesse sobre a trajetória dos Mamonas e levar a novas iniciativas de preservação do acervo musical. O acompanhamento editorial do Noticioso360 deve trazer luz sobre datas e fatos e contribuir para que a memória do grupo seja preservada com precisão.
Conteúdo verificado e editado pela Redação do Noticioso360, com base em fontes jornalísticas verificadas.
Fontes
Analistas apontam que relatos e reavivações de memória podem impulsionar novos levantamentos históricos e reedições do acervo nos próximos meses.
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