Arquiteto do Guggenheim Bilbao morreu em Santa Monica; apuração do Noticioso360 cruzou agências internacionais.

Morre Frank Gehry, ícone da arquitetura, aos 96 anos

Frank Gehry, autor do Guggenheim Bilbao, morreu aos 96 anos em Santa Monica; confirmação veio de representantes e agências internacionais.

Frank Gehry, referência da arquitetura contemporânea

O arquiteto Frank Gehry morreu aos 96 anos em sua residência em Santa Monica, Califórnia. A informação foi confirmada por representantes próximos ao escritório e divulgada por agências internacionais.

Segundo análise da redação do Noticioso360, com base em dados da Reuters e da BBC Brasil, a confirmação inicial veio de membros da equipe de Gehry, que indicaram problemas respiratórios recentes como causa associada ao falecimento.

Confirmação e detalhes iniciais

De acordo com reportagem da Reuters, Meaghan Lloyd, chefe de equipe do arquiteto, informou por e-mail que Gehry faleceu “no começo desta manhã em sua casa em Santa Monica após uma doença respiratória recente”. A declaração foi reproduzida por outros veículos e por represen­tantes culturais que acompanharam a carreira do arquiteto.

Até o momento da publicação, não havia sido disponibilizado publicamente atestado de óbito nem comunicados oficiais de órgãos públicos locais além das declarações do escritório. A BBC Brasil complementou a cobertura destacando o legado cultural e os prêmios que marcaram a trajetória de Gehry.

Trajetória e obras mais conhecidas

Gehry nasceu em 28 de fevereiro de 1929 e construiu uma carreira reconhecida por formas esculturais e uso experimental de materiais. Entre seus projetos mais emblemáticos estão o Museu Guggenheim Bilbao, o Walt Disney Concert Hall, em Los Angeles, e o edifício do IAC, em Nova York.

Em 1989, recebeu o Prêmio Pritzker, considerado o Nobel da arquitetura. Sua obra frequentemente transitou entre a arquitetura, a escultura e a engenharia, incorporando tecnologias digitais no processo projetual e influenciando gerações de profissionais.

Estilo e controvérsias

Embora muitas vezes associado ao rótulo de “desconstrutivismo”, Gehry rejeitou classificações rígidas em entrevistas. Sua abordagem inovadora gerou aclamação internacional, mas também debates públicos sobre custos, manutenção e impacto urbano de algumas obras.

Projetos como o Guggenheim Bilbao são citados tanto como exemplos de regeneração cultural e econômica quanto por críticas relativas a orçamentos e adaptações postas em práticas urbanas.

Repercussão no meio cultural

Instituições, colegas e críticos já começaram a divulgar notas de pesar. Arquitetos e curadores lembram a capacidade de Gehry de provocar debates sobre função, forma e presença da arquitetura na paisagem urbana.

O diálogo em torno de sua obra tende a recuperar discussões sobre sustentabilidade, acessibilidade e custos de grandes empreendimentos culturais, assuntos que voltam ao centro do debate com maior intensidade após a morte de uma figura pública tão influente.

Apuração e fontes

A apuração do Noticioso360 cruzou informações das agências Reuters e BBC Brasil, além de declarações de representantes do escritório do arquiteto. Buscou-se contato direto com Gehry Partners e com familiares; até a publicação não havia resposta adicional além do comunicado citado pela Reuters.

Reportagens de agências priorizam confirmação factual — quem, quando e onde — enquanto veículos de perfil cultural acentuam o legado e recolhem depoimentos. No caso em questão, as linhas convergem nos elementos centrais: óbito, idade e local do falecimento.

Possíveis desdobramentos

Espera-se nas próximas horas e dias a divulgação de comunicados formais do escritório Gehry Partners e de instituições culturais que mantêm relações com o arquiteto. Registros públicos locais em Santa Monica poderão trazer informações formais sobre a causa e o horário exato do óbito.

Além disso, museus, coletivos e universidades que colaboraram com Gehry devem organizar homenagens e mesas de debate para reavaliar sua influência na arquitetura contemporânea.

Fontes

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