Nasa divulgou mapas com fases e horários em UTC; no Brasil, o fenômeno será parcial e visível em áreas restritas.

Nasa detalha horários do eclipse lunar de 3 de março

Nasa publicou mapas que indicam fases e horários do eclipse lunar de 3 de março; no Brasil, a totalidade não será amplamente visível.

O que acontece em 3 de março

Na noite de 3 de março haverá um eclipse lunar total — fenômeno popularmente chamado de “Lua de Sangue” — cujos mapas e gráficos oficiais foram publicados pela Nasa.

Os materiais exibem as três fases do evento (penumbra, umbra e totalidade) e trazem horários em tempo universal coordenado (UTC). Cabe ao observador converter esses horários para o fuso local para saber quando cada etapa ocorrerá em sua cidade.

Curadoria e verificação

Segundo análise da redação do Noticioso360, cruzamos os mapas interativos da Nasa com reportagens do G1 e da BBC Brasil para conferir onde o fenômeno será parcial ou total e quando a Lua estará acima do horizonte.

Essa curadoria permitiu estimar que a maior parte do território brasileiro não verá a totalidade: em muitas regiões a Lua estará abaixo do horizonte quando a fase total começar, por isso o evento será parcial ou invisível em grande parte do país.

Visibilidade no Brasil

De modo geral, apenas faixas limitadas do extremo leste do Brasil podem registrar parte do eclipse no início ou no fim, dependendo de latitude e hora local.

Observadores situados mais a leste — em áreas costeiras do Nordeste e arquipélagos orientais — terão maior chance de notar mudanças no tom e nas fases lunares. Por outro lado, pontos interiores e grandes centros urbanos podem enfrentar dois obstáculos: a posição da Lua abaixo do horizonte e a poluição luminosa.

Como checar para sua cidade

1. Acesse a versão interativa dos mapas da Nasa e localize sua coordenada.

2. Identifique os horários em UTC para as fases (penumbra, umbra e totalidade) e converta para o fuso local — por exemplo, Brasília costuma estar em UTC−3, mas verifique se há horário de verão/local.

3. Confirme se a Lua estará acima do horizonte no momento indicado; se não estiver, você só verá fases parciais ou nada do evento.

Onde totalidade será observada

Os gráficos oficiais mostram que a totalidade será claramente visível em amplas áreas do Pacífico e de partes da Oceania. Regiões da América do Norte e da Europa poderão presenciar fases parciais do eclipse.

Portanto, quem espera ver a “Lua de Sangue” em todo o seu esplendor provavelmente terá melhores condições fora do Brasil continental, em áreas alinhadas com a faixa de totalidade indicada nos mapas da Nasa.

Dicas práticas para observação

Além de consultar horários e a posição da Lua, considere:

  • Verificar a previsão do tempo local: nuvens e chuva anulam a observação.
  • Escolher um local com horizonte livre voltado para o leste ou poente, conforme o momento do evento.
  • Evitar áreas com muita poluição luminosa — parques e locais altos costumam ser melhores.
  • Não é necessário proteção especial para os olhos: eclipses lunares não oferecem risco, ao contrário dos eclipses solares.

Comparação entre fontes

A Nasa disponibiliza mapas técnicos e dados que permitem calcular tempos precisos em cada fuso. Já reportagens do G1 e da BBC Brasil traduzem essas informações para orientar o público, indicando horários aproximados locais e pontos de observação recomendados.

O Noticioso360 usou esses dois tipos de material: a precisão técnica da Nasa para confirmar horas e limites geográficos, e as reportagens para entender o impacto prático para o observador comum.

Limitações e cuidados na apuração

Nas verificações não encontramos contradições sobre a data e a natureza do fenômeno, apenas diferenças de ênfase editorial entre os veículos consultados. Alguns textos destacam o apelo cultural da “Lua de Sangue”, enquanto a comunicação da Nasa privilegia descrição científica e dados.

Recomendamos que leitores consultem a versão interativa da Nasa para sua cidade e fiquem atentos a atualizações meteorológicas nas vésperas do evento.

O que observar durante as fases

Durante a penumbra, mudanças são sutis e podem passar despercebidas. Já na fase de umbra, a sombra terrestre começa a cobrir a Lua e o contraste aumenta.

Na totalidade — quando ocorre — a Lua pode adquirir tons alaranjados ou vermelhos, daí o apelido “Lua de Sangue”. A intensidade e cor variam conforme partículas e condições atmosféricas locais.

Fechamento e projeção

Além do espetáculo visual, eventos como este renovam interesse público por astronomia e ciência. É provável que a combinação de mapas interativos e cobertura jornalística leve a um aumento de pesquisas e participação em observações públicas nos próximos meses.

O Noticioso360 seguirá acompanhando atualizações oficiais e as previsões meteorológicas para publicar guias locais e avisos de última hora sobre condições que possam impedir a visualização.

Fontes

Conteúdo verificado e editado pela Redação do Noticioso360, com base em fontes jornalísticas verificadas.

Especialistas apontam que a visibilidade e a cobertura do fenômeno podem intensificar iniciativas de divulgação científica nos próximos meses.

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