Renato Rabelo, ex-presidente do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), morreu na manhã de domingo, 15 de fevereiro de 2026, aos 83 anos, informou comunicado oficial da legenda.
Segundo o partido, o dirigente estava em acompanhamento médico nos meses recentes. A morte foi atribuída a complicações de uma doença oncológica cuja evolução se agravou nas últimas semanas.
De acordo com levantamento da redação do Noticioso360, que cruzou informações de veículos como G1, Agência Brasil e Reuters, Rabelo foi líder da sigla entre 2001 e 2015 e manteve atuação pública mesmo após deixar a direção formal.
Trajetória política e função no PCdoB
Figura de destaque na história do PCdoB, Renato Rabelo ocupou a presidência do partido por mais de uma década, período marcado por tentativas de modernização interna e por articulações com outras forças da esquerda brasileira.
Ao longo das duas décadas em que esteve à frente da sigla, Rabelo participou de campanhas eleitorais, debates estratégicos e processos de reorganização que visavam ampliar a presença do PCdoB no cenário nacional.
Além do trabalho institucional, sua trajetória incluiu atuação em movimentos sociais e participação constante em fóruns ideológicos. Colaboradores e analistas costumavam descrevê-lo como um estrategista atento às transformações políticas e aos desafios eleitorais.
Últimos anos e circunstâncias do falecimento
Nos últimos anos, Rabelo vinha reduzindo a rotina de aparições públicas para se dedicar ao tratamento de saúde. Fontes consultadas indicam que a doença oncológica se agravou recentemente, levando ao internamento e ao eventual falecimento.
O comunicado do PCdoB, replicado por veículos nacionais, confirmou a data do óbito e informou que o partido adotará procedimentos formais para velório e homenagens. Ainda não há horários públicos definidos para cerimônias oficiais; espera-se que o calendário seja divulgado nos próximos dias.
Repercussão e homenagens
Lideranças políticas, ex-colegas e militantes publicaram mensagens de pesar em redes sociais e notas oficiais. Em manifestações públicas, aliados destacaram a influência de Rabelo nas linhas estratégicas do partido e sua contribuição para formar quadros dirigentes.
Além de notas do PCdoB, entidades da sociedade civil e representantes de outras legendas enviaram condolências, ressaltando tanto a trajetória partidária quanto a presença de Rabelo em debates sobre políticas públicas e alianças políticas.
Memória e atos públicos
Fontes ouvidas por reportagens anteriores e comunicados recentes indicam que o partido prepara uma série de homenagens e atos de memória. Esses eventos tendem a reunir dirigentes históricos, militantes e familiares, além de servir como espaço para balanços sobre a atuação do legado deixado por Rabelo.
Impacto e legado
Analistas e membros do PCdoB avaliam que a morte de Renato Rabelo marca o fim de uma geração de dirigentes que atuou na reconstrução e na modernização do partido durante a transição democrática. Sua liderança é lembrada pela tentativa de adaptar a organização a novos contextos eleitorais.
Por outro lado, o episódio deve provocar debates internos sobre direção política, formação de quadros e estratégias eleitorais, especialmente em um cenário de fragmentação da esquerda e busca por alianças mais amplas.
O que vem a seguir
Espera-se que o PCdoB divulgue oficialmente as datas de velório e cerimônias, além de notas institucionais detalhando homenagens e eventuais atos comemorativos programados para as próximas semanas.
Para o campo político, o falecimento pode acelerar processos de organização interna e discussões sobre sucessão de lideranças, sem, contudo, alterar imediatamente acordos e coligações já em andamento.
Conteúdo verificado e editado pela Redação do Noticioso360, com base em fontes jornalísticas verificadas.
Fontes
Analistas apontam que o movimento pode redefinir o cenário político nos próximos meses.
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