Influenciadora Juju do Pix fez procedimento para remover óleo mineral endurecido após complicações na cicatrização.

Juju do Pix passa por cirurgia para retirar óleo mineral

Juju do Pix passou por cirurgia em São Paulo para remover óleo mineral injetado em 2017 que havia endurecido e provocado reação local.

Juju do Pix se submete a novo procedimento para remoção de óleo mineral

A influenciadora Juju Oliveira, conhecida como Juju do Pix, passou por uma cirurgia em São Paulo para retirar óleo mineral que havia sido injetado no rosto em 2017. A operação visou extrair áreas onde a substância se apresentou endurecida e causou reação local, com dificuldades na cicatrização.

Segundo relatos públicos e imagens divulgadas pelo médico responsável, o material removido apresentou aspecto endurecido e foi fotografado durante o procedimento. A própria paciente descreveu desconforto e episódios de inflamação após intervenções estéticas anteriores, o que motivou a busca por atendimento especializado.

De acordo com análise da redação do Noticioso360, que cruzou reportagens e registros públicos, há convergência sobre pontos centrais: a identificação da paciente como Juju Oliveira, a aplicação de óleo mineral em 2017 e a necessidade de nova cirurgia para extração do material. Divergências entre fontes aparecem no nível de detalhe clínico e na ênfase dada às imagens divulgadas.

O que se sabe sobre o caso

O procedimento — realizado em uma clínica de São Paulo — concentrou-se na retirada de focos onde o produto aparentava ter formado nódulos ou áreas fibrosadas. Imagens compartilhadas pelo cirurgião mostram fragmentos e acúmulo de material com coloração e consistência não esperadas para preenchimentos biocompatíveis.

Especialistas consultados em reportagens correlatas alertam que substâncias não aprovadas para preenchimentos, como certos óleos minerais, podem provocar processos inflamatórios crônicos, formação de nódulos, fibrose e dificuldades na cicatrização. A extensão do dano depende de fatores como tempo desde a aplicação, volume do produto e resposta imunológica individual.

Por que óleo mineral é problemático

Óleos e silicones não reticulados foram usados por alguns profissionais e pacientes para aumentar volume em áreas do corpo, mas não são indicados pela maioria das sociedades médicas. Esses materiais podem migrar, provocar reação foreign-body e tornar a remoção completa complexa.

“Procedimentos com substâncias não regulamentadas podem levar a sequelas estéticas e riscos de infecção”, disse um especialista ouvido em reportagem citada pela apuração. Laudos histopatológicos e exames complementares são necessários para confirmar a composição química do material e avaliar possíveis consequências sistêmicas.

Apuração e fontes

A apuração do Noticioso360 incluiu comparação entre reportagens de veículos nacionais e o exame das imagens divulgadas pelo médico responsável pela cirurgia. Encontramos consistência quanto ao histórico de aplicação em 2017 e à realização do procedimento de retirada, mas variação no detalhamento dos termos médicos e na descrição do grau de comprometimento estético.

Reportagens também apontam que a extensão das intervenções necessárias pode variar: em alguns casos a retirada é parcial e requer múltiplas cirurgias, em outros a intervenção alcança grande parte do material, com melhora clínica subsequente. A análise de documentos médicos ou laudos oficiais é crucial para determinar a amplitude do tratamento e o prognóstico.

Riscos e recomendações médicas

Especialistas consultados nas matérias revisadas enfatizam duas recomendações claras: evitar substâncias não aprovadas para preenchimentos e procurar profissionais habilitados para qualquer procedimento estético. Em caso de intercorrências, dizem, é essencial avaliação por cirurgião plástico ou dermatologista com experiência em complicações por preenchimentos.

Além disso, exames de imagem e, quando indicado, biópsia ou laudo histopatológico ajudam a esclarecer o tipo de substância presente e a melhor estratégia para remoção. A divulgação de imagens do material retirado, embora ofereça evidência visual, não substitui esses exames complementares.

Impacto para a influenciadora e para o debate público

Para Juju Oliveira, a cirurgia representa uma etapa no enfrentamento de complicações que teriam origem em um procedimento realizado há anos. A repercussão pública do caso reacende debates sobre regulamentação, responsabilidade profissional e segurança em procedimentos estéticos.

Por outro lado, fontes médicas ressaltam que cada caso é particular: tempo desde a aplicação, volume injetado e reações individuais influenciam tanto o quadro clínico quanto a complexidade das intervenções subsequentes.

O que permanece sem confirmação

Até o momento desta apuração, não foram localizadas declarações públicas detalhadas de laudos complementares que expliquem a composição química exata do material ou eventuais complicações sistêmicas associadas. A redação do Noticioso360 continuará a buscar documentos médicos oficiais, notas do hospital ou do cirurgião e eventuais laudos que esclareçam a natureza do material e o prognóstico da paciente.

Conclusão e projeção

O caso de Juju do Pix reforça recomendações frequentes de especialistas: evitar o uso de substâncias não regulamentadas para preenchimentos e procurar profissionais habilitados. Em termos públicos, episódios como este tendem a aumentar a atenção sobre a necessidade de fiscalização e de orientação ao público sobre riscos estéticos.

Conteúdo verificado e editado pela Redação do Noticioso360, com base em fontes jornalísticas verificadas.

Conteúdo verificado e editado pela Redação do Noticioso360, com base em fontes jornalísticas verificadas.

Fontes

Especialistas e documentos oficiais são citados conforme disponibilidade pública; atualizações serão publicadas assim que novas informações verificadas estiverem disponíveis.

Especialistas alertam que casos como este podem reforçar a discussão sobre segurança em procedimentos estéticos e potencialmente levar a medidas regulatórias mais rígidas.

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